Guilherme Collado Garofalo

Information


Design/Art Direction

Photography
Visual arts

Cinematography

DRaízs
Rebrand


When you buy a fresh green goodie from Raízs, besides of contributing to a fairer relationship between small producers and consumer chain, you are consuming a fresh product, with care and treats directly from the Silva, Almeida, Porto, Oliveira Pires Pereira and Xavier's family.


About

So, the concept of our reasoning was: if these small producers had a brand called Raízs, how would it look? How would this package be? The product's photo, how would it look? From those questions and with a graphic interpretation / aesthetic we built the Raízs brand.

A brand that valorizes small producers.
A brand-mark made by, for and with them.

Credits



Agency
LDC

Designers
Eduardo Tallia, Paula Padilha and Guilherme Garofalo

Head of Design
Eduardo Tallia

Photography
Guilherme Garofalo
Creative Directors
Cássio Moron, Fábio Saboya,
Sérgio Mugnaini and Raphael Franzini

Chief Creative Officer
Guga Ketzer





Família Silva

“Meu pai me ensinou desde pequeno a cuidar da horta”. Tanto a família de Neide quanto a de Alziro estão na agricultura há três gerações, mas a curiosidade pela agricultura orgânica surgiu da cumplicidade de Neide com seu irmão, que já era do ramo. E aí em 1998 foi a vez deles ganharem o seu próprio certificado de produtor orgânico! O interesse deles nessa produção surgiu por dois motivos: a ausência de produtos tóxicos e o maior retorno de trabalho. E em relação à saúde? O casal conta que antes, quando produziam na agricultura convencional, viram algumas crianças serem internadas por intoxicação alimentar, causada pelo consumo de cenouras com agrotóxicos altamente danosos para a saúde. Agora não correm mais este risco: a criançada pode comer de tudo! O que mais gosta de plantar? “Tomate”, diz ela. “Fui criada no tomateiro! Desde os 7 anos minha mãe punha a gente pra cuidar do tomate. Ela ia amarrando uma linha do tomate, a gente ia amarrando outra”. Já Alziro lembra da mandioca e do milho, que plantava também com os pais. Sem dúvidas, as memórias tornam tudo ainda mais gostoso! Alziro (Pai); Neide (Mãe); Juliana (Filha); Cristiane (Filha); Artur (Neto); Nicolas (Neto)

Família Pires

Alcídio e Suzete estão na agricultura orgânica já há dez anos e certamente esses anos de experiência contaram para chegarem à conclusão de que a diferença é gritante! Antes, na agricultura convencional, era dor de cabeça pra lá, tontura pra cá. Com o orgânico, todo esse mal estar passou e de lá em diante a escolha está feita: pela saúde e, portanto, pelo orgânico. Além do que a distribuição e a comercialização ficaram muito mais fáceis! O orgânico, contam eles, é bem mais valorizado e nunca tem devolução. O que sai da roça, vai direto pra cidade! De domingo a domingo tem trabalho e a garantia é do produto sair fresquinho, e chegar fresquinho para o consumidor também! Desafios? Cuidar para que a plantação sobreviva, utilizando suas próprias defesas naturais, sem qualquer produto químico. E isso eles aprenderam! Alcídio (Pai); Suzete (Mãe).


Família Pereira

“A terra não vai dar tudo para você: você precisa cuidar e cuidar bem”. Graciele é estudante universitária, mas do que gosta mesmo é de cuidar da roça. Fala com orgulho sobre a paixão por mexer na terra e diz que ela vem lá dos seus avós, que passaram o carinho para os pais e para ela também. Hoje, todo mundo da família ajuda a cuidar, até os tios e o irmão entraram na onda. Mas não foi sempre assim: seu interesse pelo plantio veio só mais velha, quando, ao mudar de cidade para cursar a faculdade, percebeu que o que queria mesmo era estar ao lado de sua família, na horta. E agora está certa: é a profissão que quer seguir para a vida. O mais gostoso de tudo? É receber elogios pelo frescor e qualidade do alimento que ela mesma plantou e cuidou. E busca mais: através da produção orgânica, quer que se abram portas para o cuidado e valorização do meio ambiente. Tudo isso também dá frutos: a compra de um trator, que para a família foi um sonho realizado!

Família Porto

“A ideia não é produzir mais, e sim, os melhores”. Foi Natália quem apresentou a agricultura orgânica para Adair, moço que veio lá do Paraná para São Paulo em busca de um outro estilo de vida. Chegando aqui, conheceu então essa, que seria a sua futura esposa e, junto com ela, conheceu também o seu futuro trabalho com a pequena produção familiar. No caso dela, o carinho pela horta vinha desde a geração anterior, com pais que já eram experientes nesse tipo de agricultura – “ela já era nata daqui”, conta Adair. Desde lá, já são quinze anos de história juntos, produzindo na terra orgânica e certificada. Mas o trabalho não é moleza! A mão de obra se dá em todo o processo de produção, desde o início, no preparo da terra, até o seu fim, na comercialização. E todo esse esforço a família garante que vale a pena: o produto orgânico é mais doce, mais firme e mais fresco. Quem come sente no gosto a diferença! O predileto da família? O que for pra mesa!







Fresh Greens




















Família, da Silva










































































































































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