Guilherme Collado Garofalo

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Alaska – NVMO:Ninguém Vai Me Ouvir


Credits


Alaska,
André Ribeiro, André Raeder, Fernanda Amadio, Guilherme Garofalo, Vitor Dechen, Nicolas Csiky, Vitor Dechen, Wallace Schmidt

About


"São Paulo é, referencialmente, um berço da multiplicidade e da efervescência cultural e mercadológica do Brasil – e, dentre o volume colossal de conteúdo aqui produzido, sem dúvidas, a banda Alaska alcançou o que é necessário para se destacar. O quinteto é formado, em 2012, por André Ribeiro (vocal e guitarra), Wallace Schmidt (baixo), André Raeder (guitarra), Vitor Dechem (teclado, voz e guitarra) e Nicolas Csiky (bateria), resultado do encontro de duas bandas de hardcore/emo do underground paulista, Hearts Stop Beating e Final Lap."

– Hits Perdidos


























"A rotina é algo realmente angustiante e, não raro, ela é um objeto de inspiração para artistas diversos. Esse “botar para fora” às vezes propicia experiências igualmente aflitivas, construindo ambientes claustrofóbicos como reflexo do sufocante e repetitivo cotidiano. Entretanto, há cenários em que a expressão é diametralmente oposta a este sentimento, funcionando como um escape e grito para botar para fora aquilo que normalmente nos é restrito. É justamente nesta segunda categoria que o grupo paulistano Alaska se enquadra, transformando a melancolia exacerbada da metrópole em matéria prima. Se seu primeiro disco, Onda (2015), nos mostrou uma típica banda de Rock encaixada nos padrões do Alternativo, agora Alaska resolve tomar uma nova postura, propulsionando um voo alto em meio a suas referências já conhecidas.
Ninguém Vai Me Ouvir é uma coleção de ansiedades servindo de combustível para sucessivas epifanias. A partir do relato de membros da banda e de fãs também, o grupo teceu um grande compilado de experiências e tirou delas uma propulsão emotiva, fazendo com que o disco tenha uma ambiguidade latente: da mesma forma que traz alguma tristeza, também é bastante otimista. A evidente mudança de sonoridade do primeiro disco para este se mostra aliada ao tema, como se o grupo se libertasse daqueles padrões típicos do Rock e se sentisse livre para acrescentar novas texturas como sintetizadores, efeitos de voz, timbres psicodélicos, elementos da Ambient Music, entre outros. A angústia da rotina gera um processo de expansão e maturidade, e a ambição de seus integrantes é evidente.
Tudo Bem começa tímida, quase silenciosa, mas logo se quebra em uma explosão forte como um brado enfurecido sobre a situação contemporânea de incertezas. Já Até o Mundo Acabar é mais suave, como um voo pleno enquanto o mundo embaixo se acaba. Tem Que Ver Isso Aí tem um toque de Indie atual, em uma conexão entre The Neighborhood e Bolhazul, dançante e introspectiva. Susha é um mergulho em timbres reverberados, como o fundo do mar: escuro, misterioso e frio. S U a V V E trabalha com truques de edição e arranjos intimistas propiciando um alívio da hostilidade de outras faixas. ____vazio termina o trabalho com a mesma dinâmica de nos enganar com uma suavidade para depois explodir em um Rock epifânico.
Este é um registro que mostra clara maturidade em trabalhar com um mesmo universo só que de forma mais abrangente. Pode funcionar tanto como um bom disco para apresentar a banda a alguém desconhecedor, como um bom disco de Rock acessível a qualquer entusiasta do gênero. Um ótimo jeito de passar pelo teste do segundo disco.

(Ninguém Vai Me Ouvir em uma faixa: Tudo Bem)"

por Lucas Cassoli
– Monkey Buzz







Hoje, mais do que nunca, Alaska quer fazer um som próprio, que não depende dos rótulos que as pessoas vão insistir em colocar nas suas músicas, de “um mundo do rock que a gente não pertence tanto”, como explicou o baterista Nicolas Csiky ao site: “A gente é tratado como se fosse parte de uma coisa que a gente não é, então a gente quis se distanciar sonoramente do que a maioria das bandas está fazendo no cenário de ‘rock nacional’ atual”.

“Todo mundo trata a cena do rock no Brasil hoje como se ela fosse destinada a algumas bandas que estão se destacando, então colocam todo mundo na mesma panela. Com a gente, é um pouco diferente. A gente não faz parte de nenhum cenário”, conta ele, “a gente tem respeito, tem amizades dentro de todos os circuitos, só que a gente não está inserido em nenhum. Não é nem por opção, acabamos aqui”.

Isso tem muito a ver com a pegada mais sincera, mais livre com que Alaska enxerga suas músicas, que incorporam inspirações múltiplas naturalmente. “A gente ouve rock desde que a gente era moleque, e esses traços ficam na gente”, explica Csiky, e completa: “A gente estava cansado da mesmice, aí começou a experimentar com outras influências. Acho que já deu um pouco as guitarras distorcidas e o riffão, né?”.

Misturando estéticas distintas (“tem referências do rap e muito do pop também”), o grupo já apresentou duas das faixas que estarão em seu próximo disco: NVMO – “a primeira faixa do álbum e um resumão dele todo” – e ____________vazio exemplificam o novo momento da banda, com um posicionamento crítico em relação à sua geração nas letras e às expectativas de uma “banda de rock” no Brasil hoje em sua atitude e até mesmo visualidade."

por André Felipe de Medeiros
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